[COLUNA] Universo Potter: Uma Experiência Indelével

13/12/2015
Harry potter não foi o primeiro livro que li ou o primeiro filme que assisti, certamente não será um dos últimos, aliás, já não é há um bom tempo.

Ao longo das nossas vidas vamos colecionando boas e más experiências literárias, no final tudo acaba sendo bom, porque aquilo que é bom, pelos próprios termos já se justificam como tal, já as más experiências poderão se converter em boas, assim já ensinava Dumbledore: “É possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se lembrar de acender a luz”.

Li bons e maus livros bem como assisti bons e maus filmes. Harry Potter se coloca em uma posição distinta, porque nem mesmo em uma alucinação a saga Harry Potter poderia ser considerada ruim, no polo positivo Harry se coloca em uma posição muito além do que é considerado bom, pois a série não se resume simplesmente a livros e filmes. J.K. Rowling criou Harry Potter e Harry cresceu tornando-se algo muito além do que se cabe dentro de medidas.

A saga que representa um “mundo mágico”, se tornou real por seus ensinamentos, também por conceber uma geração de leitores e uma geração de profissionais especializados nesse mundo, como dito anteriormente não nasci nessa geração de leitores, venho de gerações anteriores, também não vivo profissionalmente da saga (ainda), mas não posso negar que a cada dia percebo estar entrando nesse mundo fantástico sem me permitir retornar.

Que se afaste nesse momento qualquer crítica com acusações de fanatismo (cego e descomedido), pois não parei minha vida, ela continua a caminhar sem ter se prendido a um pedaço da saga como fez a alma de Voldemort na noite em que foi matar Harry.

O que quero dizer, é que tenho minha vida na rota natural que sempre tive, desde sempre, mas também que tenho um novo mundo muito especial criado para poder viver essa série. Estando isso muito bem resolvido e explicado, preciso dizer que como fã de Harry em muitos momentos importo para minha vida real as tão sábias palavras de Alvo Dumbledore, seria impossível esquecer que devemos ter pena dos vivos, principalmente daqueles que vivem sem amor ou que são nossas escolhas que mostram quem somos, não nossas habilidades; também aprendi que não vale a pena sonhar e se esquecer de viver. Ensinamentos como esses naturalmente fazem parte da minha vida, porque não se referem a simples palavras vazias tratadas por uma série boba, mas sim essas e tantas outras trazem valores que se aplicado no nosso cotidiano podem ser muito frutíferos. Como não ver em Harry Potter lições de amizade, coragem, companheirismo, autovalorização, amor, etc? Como não aplicá-las nas nossas vidas? É quase impossível não ver a importância desse universo.

De forma mais prática e concreta, hoje além de querer ler mais, quero escrever, quero poder fazer parte de forma palpável dessa aventura tão real como pôde ser mágica.

Ser potterhead significa estar do lado prático da situação e não somente ser um espectador, sempre vemos autores relatando que o amor a leitura os tornaram escritores. Hoje, digo eu, Harry Potter me tornou uma pessoa que quer tocar e ajudar a construir obras reais “trazidas de um mundo mágico”.

Aquelas tais experiências citadas nos primeiros parágrafos desse escrito, me fazem crer que Harry Potter tem sido uma das melhores experiências que tenho vivido, fazendo que a saga ocupe um lugar muito importante na minha vida, e me faz querer viver isso mais concretamente. Afinal, quanto maior e mais importante é a obra, mas nos sentimos compelidos a participar. Então participemos todos na medida que nos cabe.

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